O vinho e a gastronomia entre tradição, inovação e negócios que fervilham …
ARTIGO/COLUNA 013 – 16/10/25
UVAS. QUEM SOMOS?
Nesta coluna que falamos da imensidão do mundo do vinho e da gastronomia, já abordamos alguns temas essenciais para nos ajudar a compreender e desbravar esse universo complexo.
Falamos da origem do vinho, com registros há cerca de 8000 anos na região em torno da Geórgia; falamos um pouco sobre “terroir”, e demos destaque a um microterroir de Gualtallary, localizado a 1200 metros de altitude no Uco Valley, Mendoza – e trouxemos o “Mago dos solos Pedro Parra; abordamos a origem da Malbec em Cahors até sua perfeita adaptação na Argentina.
Mas, Malbec? Sou apenas uma dentre milhares já reconhecidas e catalogadas no mundo.
Uma reflexão: quem é mais importante?
A mãe Terra, a parideira videira? Ou sua filha rainha UVA?
Não há como atribuirmos pesos diferentes para uma ou outra. No processo simbiótico, uma se entrelaça com outra até a vida e sobrevida da UVA, mas essa é quem será verdadeiramente esmagada para nos dar o néctar. Não há morte, mas transformação no sagrado vinho para deleite dos comensais.
Há quem diga que “quanto mais pobre o solo, melhor será o vinho”.
É como os humanos. Não existe filho sem pai, nem sem a mãe para gestar até sua existência.
É verdade que para ser ter uma boa filha Uva, temos que contar com um bom solo pai Chão; é preciso que a mãe videira se sacrifique às intempéries da natureza, buscando nutrir-se de ingredientes -muitas vezes escassos no solo- sobreviver a ventos, chuvas, granizos, geadas, falta de água, sol, com excesso ou falta dele, enfim, isso sem falar nas doenças, até parir a Uva sã, que vai dar origem ao vinho.
Inúmeras e variadas características conforme a sua origem, é que vão expressar sua verdadeira identidade.
UVAS. QUANTAS ESPÉCIES EXISTEM?
Esse dado não é preciso. Quando falamos em espécies de uvas viníferas, a pergunta que paira no ar é: Quantas variedades existem no mundo?
A resposta é surpreendente: mais de 10.000 espécies estão catalogadas mundialmente, mas cerca de 1300 são efetivamente usadas para a produção de vinho.
Dessas, cerca de 50 variedades dominam 80% dos vinhedos do planeta, a exemplo da Merlot, Cabernet Sauvignon, Chardonnay, entre outras mais conhecidas.
Os dados sobre o número de variedades, são, de fato, complexos e frequentemente mal interpretados.
Há diferenças entre espécies selvagens, variedades cultivadas e cultivares viníferas.
- Espécies de uvas no mundo (selvagens e cultivadas)
Cerca de 60 a 80 espécies do gênero Vitis (ex. Vitis vinífera, Vitis Labrusca, Vitis riparia).
Dessas, a Vitis Vinífera (europeia) é a principal espécie usada para o vinho. Fonte: International Viticulture and Enology Society (Ives)
- Variedade Cultivares de uvas viníferas
Estima-se que existem entre 10.000 e 15.000 variedades da espécie vitis vinífera catalogadas em bancos genéticos mundiais (ex.: INRAE na França, UC Davis nos EUA.)
Apenas cerca 1300 são comercialmente significativas para a produção do vinho.
Fontes: OIV (Organização Internacional da Vinha e do Vinho) / VIVC (Vitis International Variety Catalogue)
Confusão quantos aos verdadeiros números:
Frequentemente encontramos em pesquisas aleatórias números que são conflitantes com a realidade. Há quem sustente existir cerca de “100 mil espécies.”
Isso ocorre porque o termo “espécie” é frequentemente confundido com “variedades” ou “cultivares”.
Alguns bancos de dados incluem sinônimos regionais (ex. uma mesma uva com nomes diferentes em Portugal, Itália, Espanha, ou outros países).
Exemplos: a uva Grenache (França) = Garnacha (Espanha) = Cannonau (Itália). É a mesma variedade, mas com 3 registros distintos em alguns bancos de dados.
Curiosidade
Algumas Uvas são autóctones, ou seja, nativas de determinada região, e são replantadas em outras regiões, mas nem sempre, conseguem se adaptar perfeitamente.
Há também uvas que nasceram do cruzamento feito por enxertia com mais de uma cepa, a exemplo da Cabernet Sauvignon (Uva Tinta), que nasceu fruto de cruzamento da Cabernet Franc (Uva tinta) com a Sauvignon Blanc (Uva branca).
Outro exemplo é a Garnacha Tintorera:
“A Garnacha Tintorera equivale à uva Alicante Bouschet. As duas são a mesma variedade de uva tinta, que também é conhecida por outros nomes como Alicantevero, Moratón ou Garrut. Ela é uma uva “tintoreira”, o que significa que tanto sua polpa quanto sua casca possuem pigmentação.
- Sinônimos: Alicante Bouschet, Alicantevero, Moratón, Garrut.
- Origem: É um cruzamento entre a Petit Bouschet e a Grenache, desenvolvido na França.
- Característica principal: Sua polpa e casca são fortemente pigmentadas, o que a torna ideal para dar cor profunda a outros vinhos, embora também possa ser usada para fazer vinhos monovarietais.
- Seu nome se deve ao seu Criador.
Alicante Bouschet é uma casta de uva tintureira da família da vitis vinifera resultante do cruzamento das uvas Grenache e Petit Bouschet.
A Alicante Bouschet é de origem francesa (Languedoc), criada por Henry Bouschet, entre 1865 e 1885, a partir do cruzamento das uvas citadas. Atualmente é cultivada maioritariamente em Espanha e em Portugal, sendo que os vinhos de melhor expressão e notoriedade se encontram em Portugal (Alentejo), sendo assim considerada quase uma casta portuguesa. Antigamente utilizada em processos de assemblage para melhorar o aporte de cor em alguns tintos, mas hoje em dia é considerada uma das melhores castas tintas “nacionais”. Grandes exponentes desta casta nobre incluem nomes como Mouchão e Dona Maria entre outros.[1] Fonte: Wikipedia
A Alicante Bouschet é uma uva que gosta de calor, por isso, foi muito bem adaptada às condições climáticas do Alentejo.
Sobre enxertia:
A enxertia de uvas é uma técnica da viticultura que une duas partes de videiras diferentes para criar uma única planta com as características desejadas. É amplamente utilizada para combinar a resistência de uma videira a pragas e doenças com a qualidade da fruta de outra.
Como funciona:
- Porta-enxerto (ou cavalo): É a parte de baixo da videira, que inclui o sistema radicular e parte do caule. É escolhido por sua resistência a doenças do solo, pragas (como a filoxera) e por sua adaptação a diferentes tipos de solo e condições climáticas.
- Enxerto (ou cavaleiro): É a parte de cima da videira, que será responsável pela produção dos frutos. É selecionado por suas características de sabor, qualidade e tipo de uva desejado.
Principais objetivos da enxertia:
- Resistência a pragas e doenças: Muitos porta-enxertos são imunes ou resistentes a pragas de solo, como a filoxera, que devastou vinhedos europeus no século XIX.
- Adaptação ao solo e clima: Permite que variedades mais sensíveis se desenvolvam em solos desfavoráveis ou em condições climáticas adversas, já que o porta-enxerto é adaptado ao ambiente.
- Melhora da produção: O sistema radicular do porta-enxerto pode influenciar o vigor da planta, resultando em maior longevidade e melhor produtividade.
- Mudança de variedade: Vinícolas podem usar a técnica para alterar a variedade de uva de um vinhedo já estabelecido, enxertando uma nova variedade nos porta-enxertos existentes, o que acelera a produção.
- Preservação de variedades: Ajuda a manter variedades de uvas tradicionais, garantindo a identidade e a diversidade de vinhos regionais. Fonte: Pesquisas Google
Ainda sobre Uvas
VAMOS FALAR DE JAMPAL
Há casos em que alguns produtores mais arrojados vêm resgatando plantações que já existiam a milhares de anos, mas, que por algum motivo, deixaram de ser produzidas e acabaram por ficarem esquecidas, ou por extinguir-se em algumas regiões, e que vem sendo reconhecidas por exames de DNA.
Recentemente, um exemplo que merece destaque, é o da vinícola ManzWine – localizada no microterroir de Cheleiros, subregião de Mafra, Lisboa.
Seu proprietário André Manz, ao adquirir a propriedade, foi desencorajado a dar continuidade no vinhedo ali existente (diga-se, solo com ruinas Romanas), sendo orientado a refazer completamente o plantio.
Conheça André Manz
“O André Manz é mais do que um administrador, é o criador da ManzWine. Um Brasileiro de origem Húngara, que viajou para o nosso país nos anos 80, para nos abrir o mundo das aulas de grupo. Do seu pioneirismo e criatividade infinita, em conjunto com um golpe do destino, nasce um projeto que quase foi outro. Incluída num lote de terreno, que tinha comprado para o projeto que não saiu do papel, estava uma vinha esquecida. Foi desta vinha que nasceram as primeiras aventuras vitivinícolas, a mesma que guardava o grande motivo para o nascimento do projeto ManzWine. Eram as últimas cepas de uma casta autóctone, quase extinta. Daqui nasce o vinho Dona Fátima e em conjunto a ManzWine.” Fonte: site da vinícola.
André Manz, proprietário
André Manz “desobedeceu” a orientação recebida e seguiu sua intuição, quando resolveu levar para o Instituto da Vinha as espécies ali encontradas para exames de DNA, para buscar a verdadeira identidade daquele “terroir”.
A atitude do André Manz foi certeira, e, para sua felicidade, -e dos apreciadores de vinho- redescobriu a CASTA JAMPAL, a priori extinta, até que produziu vinhos com a monocasta, rendendo-lhe grata surpresa.
Nasce o Rótulo
DONA FÁTIMA JAMPAL.
O terroir de Cheleiros
“Remonta ao Neolítico a fama de Cheleiros, passando pelos Romanos e Mouros, mas é nos anos 50 que as histórias e memórias do vinho passam a caracterizar o lugarejo. O projeto da Manzwine promete transportá-lo para uma época em que esta vila era célebre pela qualidade das suas vinhas e pomares, fruto de boa terra, plantação em encostas e socalcos e de um microclima singular, demarcando a fronteira entre a influência marítima e a proteção amena da ribeira de Cheleiros.”
“O que em tempos foi uma casta esquecida, abandonada, desvalorizada que quase desapareceu, hoje faz um vinho único no mundo, com características muito próprias e com as suas qualidades reconhecidas pelos maiores especialistas internacionais da área.
No início dos anos 2000 quando foram encontradas as primeiras (últimas) cepas da uva Jampal, no meio de uma vinha abandonada, poucos eram os que a conheciam e menos ainda eram os que sabiam o seu nome correto. Uma demorada pesquisa levou à sua identificação, envolvendo especialistas e entidades especializadas.”
Vinhedos ManzWine
“Desde a descoberta de 200 cepas de Jampal em 2007, a Manzwine tem vindo a multiplicar materiais e a plantar novas vinhas, apostando na conjugação perfeita entre o terroir de Cheleiros e desta variedade para produzir aquele que é ainda hoje o ÚNICO VINHO DO MUNDO certificado como 100% Jampal!
A produção tem vindo a aumentar a pouco e pouco com o aumento da área plantada, sem comprometer a qualidade e o perfil!
Dependendo da colheita a produção pode variar entre as 5000 e as 9000 garrafas, cuidadosamente distribuídas pelos 26 países em que é comercializado, quase sempre em restaurantes e garrafeiras de topo, para um cliente que gosta de vinhos únicos e diferenciados.”
Casta Jampal
A descoberta
“A revelação
Palavra passa palavra e foi aumentando a curiosidade sobre qual o resultado desta uva que ninguém conhecia e que, de acordo com o IVV, nenhum outro produtor vinificava em varietal… embora pudesse existir misturado em vinhas velhas…
Finalmente o vinho estava pronto e o resultado começou a surpreender todos!! A forma como os fósseis marinhos e as conchas que estão no solo das encostas de Cheleiros se repercutia no vinho era algo de fabuloso, mas ao mesmo tempo a pouca produtividade das vinhas garantia uma profundidade e uma elegância que tornavam o vinho um caso sério…
Motivado pelos técnicos do IVV, enólogos e amigos André Manz percebeu que tínhamos descoberto algo e apostou na identificação das cepas mais saudáveis para multiplicação de materiais, com vista à recuperação desta casta!”
O Reconhecimento
“Não tardou muito para o Buzz em torno desta (re)descoberta começar a chegar a críticos nacionais e internacionais, mas foi em 2011 que Julia Harding MW distinguiu o nosso Dona Fátima 100% Jampal como um dos 50 Melhores Vinhos de Portugal (entre brancos, tintos, roses, Porto, Moscatel, Espumantes…) e catapultou internacionalmente a casta Jampal.”
Desde então que sommeliers e críticos de vinho de todo o mundo têm enaltecido a elegância, o carácter, a honestidade de terroir, a qualidade do nosso Dona Fátima 100% Jampal e a coragem da ManzWine por apostar na recuperação de um património vitivinícola português que estava à beira do desaparecimento.
A INSÍGNIA DO PRODUTOR
“NÃO QUERO FAZER MUITO VINHO, QUERO FAZER BOM VINHO”
“A qualidade da entrega é condição essencial em tudo o que o André faz, e o negócio dos vinhos não podia ser diferente. Nunca se preocupou com quantidades, desde que a qualidade estivesse garantida. Esta ideologia está gravada em todas as partes do projeto.”
ManzWine
CHELEIROS
Aldeia centenária
“Cheleiros, aldeia medieval situada a poucos quilómetros de Lisboa, conta na sua história com fortes vínculos à produção das uvas e do vinho. Séculos de tradição, que ao longo do tempo se foi perdendo. Em parte, devido às características peculiares dos seus terrenos, investimentos no cooperativismo e desvalorizações das suas tradições, mas principalmente pelo abandono das atividades agrícolas por força do desenvolvimento. Tem uma história rica com referências tão antigas como o Neolítico, heranças tão presentes à ocupação Romana, vinhos tão bons como os da ManzWine.”
Cheleiros
O RÓTULO DONA FÁTIMA JAMPAL
O link da Uva Jampal serviu para incentivar a recontar a história do que é o respeito ao “terroir”.
Em meio a tantos caminhos onde produtores tentam reinventar-se para produzir algo diferente que encante o paladar dos amantes dos vinhos, parece que o melhor caminho é sempre respeitar o que a mãe natureza oferece na sua localidade.
A coragem do André Manz em enfrentar os desafios que é reacender uma UVA atualmente desconhecida por muitos, refazer os vinhedos, mesmo sabendo da pequena produção e de colocar no mercado algo “novo” foi uma escolha feliz.
Rapidamente, devido às particularidades que a UVA JAMPAL apresenta, o vinho conquistou renomados críticos internacionais especialistas, assim como o público, rendendo-lhe inúmeras premiações.
A produção ainda bastante pequena …
“Dependendo da colheita a produção pode variar entre as 5000 e as 9000 garrafas, cuidadosamente distribuídas pelos 26 países em que é comercializado, quase sempre em restaurantes e garrafeiras de topo, para um cliente que gosta de vinhos únicos e diferenciados.”
Dona Fátima Jampal. Trajetória de sucesso!
Linha Manz Wine produzida com a casta Jampal
Dona Fátima Jampal coleciona premiações
Dona Fátima Jampal.
Onde comprar:
Farinatta Wine Store, authorized dealer
Instagram: @farinattawinestore
Castas: 100% Jampal.
Enólogo: Ricardo Noronha.
Solo: Argiloso-calcário.
Clima: Atlântico.
Vinificação: Desengace total. Maceração pelicular pré-fermentiva. Fermentação em depósito de Inox de pequeno volume, com controlo da temperatura. Final de fermentação em barricas de carvalho francês, onde estagiou 6 meses em sistema de “bâtonnage”.
Cor: Citrina
Aroma: Frutado (alperce, banana e lima) e floral (citrinos), conjuga-se com nuances aromáticas de cativante complexidade com suaves notas de tosta, baunilha e coco.
Palato: Untuosidade e bom corpo harmonizados por uma acidez firme, num conjunto fresco, aromático, persistente e envolvente.
Gastronomia: Recomendado no acompanhamento de pratos ligeiros e pratos de peixe em geral.
Servir à temperatura: de 11ºC a 12ºC.
Enfim, eu sou a UVA, também conhecida por Grape, Cepa, casta, Cépage, e muitas outras, não importa o nome, sou UVA …
Gosto tanto de UVAS que criei um poema em sua homenagem, que vos apresento:
“The Grape, quem sou eu?
Começo pelo gênero,
Pela grafia pura e simples,
Sou fêmea, mas produzo elegância, fêmeas, meio-termo
E machos também!
Será que sou fêmea?
Faço Papel de Macho …
Busco força em meio ao vento, à neve, calor, montanhas, falta de água, excesso de água, assim igualmente, em relação à chuva, falta dela, calor, transporte.
Tem que ser macho para ser uma boa fêmea …
The Grape …
assim como as fêmeas, a qual melhor filio-me a essa corrente, embora papéis masculinos envolvam ser fêmea, não me descaracterizo …
São únicas assim como nossa identidade.
Temos DNA, temos naturezas diferentes dentro de uma única natureza.
PARIMOS …
A depender dos médicos, dos enólogos, dos curiosos, dos cientistas, damos-lhe sempre a mesma coisa:
Nosso ventre gera UVA.
Os cientistas, enólogos, curiosos, fazem o que querem e se autointitulam, mas esquecem da parideira videira,
Que superou todas as intempéries para dar-lhes UVAS sadias, e depois, eles, cultivadores, se apossam de meus frutos, e com ousadia típica dos humanos, gabam-se:
“eu produzi … está fantástica!”
Poucos lembram da mãe Grape …
Mas esse é o papel de mãe.
Poucos igualmente lembram da Mãe Natureza …
Nossa vontade-instinto de defesa é não produzir mais em resposta a essa arrogância.
Mas, toda mãe é mãe.
Verdadeira, tem amor incondicional, e releva, continua submetendo-se às intempéries, para, ao fim,
Proporcionar seu amor incondicional,
E parir um filho puro, da melhor safra, independente de críticas, serão nossos filhos,
Serão vinhos com a particularidade que cada um filho carrega com as mesmas características divinas
/ somos filhos /
Somos de Deus,
Viemos para mostrar ao mundo a capacidade de amor, somos Dei Origini
Somos Vini Amore!
Sou eu quem se sacrifica por amor, sou esmagada para lhe entregar verdadeiros néctares!
The Grape
Viva (Alexandre Ferreira)”
Viva, saúde! Até a próxima semana.
Alexandre Ferreira
Editor da Coluna de vinhos e gastronomia “Borbulhas Quentes & Frescas” do portal Economia & Negócios; Founder na Farinatta Bistrô e Farinatta Wine Store; curador de vinhos.
…
Quer uma experiência sensorial de gastronomia e vinhos?
Agende uma reserva para jantar no Farinatta Bistrô em Búzios através do canal: reservas@farinatta.com.br e sinta-se exclusivo. Viva a experiência da joia escondida, que faz atendimento somente mediante reserva antecipada e confirmada. Um bistrô de gastronomia italiana contemporânea, com destaque para massas frescas, em especial, o gnocchi acompanhado de ossobuco.
Sigam nossos perfis sociais e acompanhem novidades:
(Dealher autorizado Vinícola Lidio Carraro)
(Dealher autorizado Finca Ambrosia)
“Aprecie com moderação.”
“Proibida venda e consumo a menores de 18 anos.”
“Não dirija se beber.”

