sábado, março 7

O mercado de trabalho brasileiro encerrou 2025 com a menor taxa de desemprego desde 2012, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). As informações fazem parte da Pnad Contínua e se referem ao último trimestre do ano. No período, os setores de comércio, serviços e administração pública lideraram a geração de vagas, impulsionando o aumento do número de pessoas ocupadas no país.

O setor de comércio, reparação de veículos automotores e bicicletas apresentou crescimento de 1,6% no número de trabalhadores, o que representa mais de 299 mil novos ocupados. O cenário, embora positivo do ponto de vista macroeconômico, tem imposto desafios adicionais às empresas, especialmente na atração e retenção de talentos.

Para Pablo Mendonça, empresário e CEO da HSMED, a baixa taxa de desemprego combinada a novas formas de vínculo de trabalho tem exigido uma mudança de postura das empresas. “A gente percebe uma dificuldade maior para atrair mão de obra qualificada, principalmente por causa da uberização e da pejotização. Para empresas de menor porte, isso exige criatividade e estratégia”, afirma.

Segundo o executivo, em 2025 o HS Grupo ampliou seu quadro de funcionários e investiu de forma consistente em plano de carreira, benefícios e desenvolvimento profissional como forma de se manter competitivo. “Além de salários e benefícios compatíveis com o mercado, estruturamos um planejamento claro de carreira para que o colaborador consiga enxergar crescimento dentro da empresa. Isso faz toda a diferença na retenção”, explica.

O fortalecimento da área de Recursos Humanos também foi apontado como decisivo para melhores resultados. “Investimos em plataformas de RH, em treinamento interno e externo e em melhores práticas de seleção e recrutamento. Isso nos permitiu ser mais assertivos nas contratações em 2025, garantindo alinhamento cultural, de expectativas e de competências”, destaca Mendonça.

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Além dos desafios na gestão de pessoas, o cenário econômico também impactou as estratégias de posicionamento de marca. De acordo com o CEO da HSMED, os custos de marketing aumentaram, enquanto o alcance orgânico se tornou mais limitado em algumas plataformas. “Hoje, mais do que nunca, criatividade e otimização de custos são essenciais para dar visibilidade à marca”, pontua.

Como exemplo, ele cita o lançamento do consultório social da HSMED dentro da quadra da Portela, no Rio de Janeiro, com atendimentos médicos gratuitos à comunidade. “Essa iniciativa colocou a marca em evidência no público-alvo, dentro da nossa região de atuação, e vinculou a HSMED à prestação de um serviço de impacto social real. Foi uma forma diferente e muito eficaz de fortalecer a marca em 2025”, conclui.

Com o mercado de trabalho aquecido e a concorrência por talentos cada vez maior, a expectativa do grupo é aprofundar os investimentos em gestão de pessoas e cultura organizacional em 2026, acompanhando as transformações do mercado e mantendo a competitividade em um cenário de pleno emprego relativo.

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