segunda-feira , 16 setembro 2019
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Parque Atalaia, em Macaé, registra três mil visitas em seis meses

O número de visitantes no Parque Municipal Atalaia, no primeiro semestre de 2019, foi de 3.182 pessoas. O parque é um refúgio da natureza, a menos de meia hora da área central de Macaé. O bosque abriga rico ecossistema em fauna e flora e tem sido destino certo para quem busca maior contato com o meio ambiente, tranquilidade e até mesmo aventura.

A visitação ao parque pode ser feita de quarta-feira a domingo, de 9h às 16h. Para grupos com mais de 15 pessoas, deve-se enviar e-mail para agendamento.atalaia@gmail.com. Menos que isso é só comparecer ao bosque e usufruir de sua natureza exuberante. Famílias inteiras visitam esse local ecológico, administrado pela secretaria de Ambiente e Sustentabilidade, da Prefeitura de Macaé.

Aberto à população, o Parque Atalaia fica a 27 quilômetros do centro de Macaé, localizado no distrito de Córrego do Ouro. Árvores gigantes, muito verde, riachos, trilhas para todos os gostos e boa receptividade por parte de sua equipe podem ser acessados pelos visitantes. Lá, os cidadãos são atendidos e conduzidos às trilhas pelo coordenador do parque, o biólogo, Alexandre Bezerra e os monitores Vicente Klownoski e Marcelo Tavares.

Trilha pode ser feita por pessoas com deficiência

O coordenador do Parque Atalaia contou um pouco sobre as cinco trilhas existentes no local. A trilha dos “Sentidos” tem 80 metros de extensão e é percorrida em cinco minutos. É ideal para pessoas com deficiência, idosos e crianças Já a trilha do “Mirante” tem 800 metros de comprimento, havendo da partida até o final um tempo de 35 minutos. “Esta trilha é mais contemplativa, nela está o Mirante – de onde se observam as árvores da Mata Atlântica, figueira centenária e riacho”, explica.

Na trilha de “Captação de Água”, o trajeto de 1,7 mil metros dura uma hora para ida e uma hora para retorno. “Nela, podemos estar no espaço onde houve o centro de captação de água, que funcionou no início do século passado”, conta Alexandre Bezerra. Outro caminho é a trilha das “Ruínas”, que tem 1,2 mil metros, podendo-se percorrer este trecho em uma hora e contemplar ruínas de mais de 100 anos, construídas possivelmente por escravos.

Por último está a trilha “Científica”, restrita para pesquisa e análises de estudo acadêmico. Abriga animais em extinção, tem 1,5 mil metros de extensão. Só com autorização se pode percorrer este trajeto.

Imagem: Arquivo Secom de Macaé

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