Por Alexandre Ferreira
ARTIGO/COLUNA 017 – 13/11/25
DOURO INGLÊS
O vinho e a gastronomia entre tradição, inovação e negócios que fervilham …
Na imersão pela região do Douro, é indissociável a importância de famílias inglesas que, ao longo de gerações, ocuparam a região e fincaram definitivamente a bandeira no cenário internacional até os dias atuais.
Com expressivos investimentos financeiros, conhecimento logístico e estratégias mercadológicas, fizeram da região Duriense umas das mais prestigiadas quando o assunto é vinho de mesa e Porto.
Famílias como Taylors, Sandeman, Symington e outras se tornaram detentoras da maior fatia de propriedades vinícolas e de caves do Douro.
Hoje vamos dar destaque para Família Symington, dada a grandiosidade e importância para contributo do Douro, e, ninguém melhor do que eles mesmos para contarem um pedacinho dessa rica história:
“A nossa história”
A Symington hoje
“A Symington Family Estates é um dos maiores produtores mundiais de vinho do Porto premium, o principal proprietário de vinhas no Alto Douro e um dos principais produtores de vinho de Portugal.
Somos uma família de origem britânica e portuguesa que vive e trabalha em Portugal desde o século XIX. A nossa empresa familiar, gerida pela 4.ª e 5.ª geração, baseia-se num profundo compromisso com o povo de Portugal, as suas terras e os seus vinhos. Hoje, 10 membros da Symington trabalham no negócio da família, comprometidos em produzir os melhores vinhos do Porto e vinhos e em desenvolver as conquistas das gerações anteriores.
Somos proprietários e gerimos quatro das grandes casas históricas de vinho do Porto, Graham’s, Cockburn’s, Dow’s e Warre’s. Produzimos também um conjunto de vinhos do Douro que consiste na Quinta do Vesúvio, Quinta do Ataíde, Altano, Prats & Symington (uma parceria com reconhecimento mundial que produz Chryseia e Post Scriptum) (…).
Somos os principais proprietários de vinhas no Douro com 26 Quintas, abrangendo um total de 2.255 hectares, dos quais 1.024 hectares plantados com vinha. A restante área (mais de 1.200 hectares) é essencialmente vegetação natural mediterrânica com alguns olivais e pomares de citrinos. A nossa maior vinha é a Quinta do Vesúvio, no Douro Superior, com 133 hectares e, a “menor”, é a Quinta da Madalena, de 7 hectares, no vale do Rio Torto. Todas as nossas vinhas são geridas ao abrigo de uma política rigorosa de intervenção mínima e 112 hectares seguem o regime de Modo de Produção Biológico, fazendo desta a maior área de vinha biológica certificada no norte de Portugal.
O Douro é a maior área de vinha de montanha do mundo e é património mundial da Unesco. As nossas vinhas encontram-se em encostas íngremes e uma grande parte do nosso trabalho continua a ser feito à mão, uma situação cada vez mais rara nas grandes regiões vinícolas do mundo. As castas autóctones proporcionam baixas produções de uvas de alta qualidade, que resulta da adaptação natural ao clima e aos solos xistosos bem drenados.
Muitas das vinhas históricas do Douro são propriedade da nossa família: Quinta do Vesúvio, Malvedos, Bomfim, Cavadinha, Senhora da Ribeira, Tua, Canais, Retiro, Ataíde e Roriz (esta última com os Prats de Bordéus). Somos únicos entre as casas históricas do vinho do Porto, no sentido em que a maioria dos membros da família cultiva as próprias vinhas, juntamente com aquelas que pertencem à empresa conjunta da família. Esta ligação direta com o solo do Douro reflete o nosso compromisso pessoal com a região.
Os nossos vinhos do Porto e DOC Douro vencem regularmente prémios internacionais de relevo. Elaborámos o único vinho do Porto produzido neste século a obter 100 pontos na influente Wine Spectator: o Porto Vintage Dow’s 2007, proveniente das nossas vinhas do Bomfim e da Senhora da Ribeira. O Porto Vintage Dow’s 2011 obteve uns excecionais 99 pontos na Wine Spectator em 2014, o que lhe valeu o título de ‘Vinho do Ano’ e o 1º lugar na tabela TOP 100 Vinhos do Mundo nesse ano. No mesmo ranking, o Chryseia 2011 conseguiu o 3º lugar, a melhor classificação alcançada por um vinho português (não fortificado), tendo já figurado três vezes nesta tabela.
Somos líderes na inovação em viticultura e enologia com uma equipa de I&D que está constantemente a explorar novos desenvolvimentos na vinha e na adega. Temos vinhas experimentais na Quinta da Cavadinha, no vale do Pinhão; na Quinta do Ataíde, no vale da Vilariça, e na Quinta do Bomfim. As nossas coleções de castas na Quinta do Ataíde (53 castas) e no Bomfim (31 castas) são os maiores campos ampelográficos do norte de Portugal.
Curiosidade:
“A ampelografia (do grego clássico Αμπελος, ‘ vinha’ + γραφος, ‘descrição’) é a disciplina da botânica e da agronomia que estuda, identifica e classifica as variedades, em geral denominadas castas de videira com base na descrição morfométrica das características dos vários órgãos da planta. As características observadas incluem tradicionalmente a forma e coloração das folhas e dos cachos e bagos de uva e a morfologia das estruturas apicais dos rebentos da videira, mas recentemente estas observações, em geral complexas e sujeitas a subjectividade, estão a ser progressivamente substituídas pela determinação do perfil genético das plantas com base no estudo dos seus DNA e RNA. Para padronizar as observações, a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIVV) estabeleceu os 88 descritores que devem ser obtidos num estudo morfométrico completo e que são requeridos para o registo de uma casta. Com base nesse critério são reconhecidas no Mundo cerca de 5 000 castas diferentes de Vitis, das mais de 10 000 que se estima sejam cultivadas, as quais, com a respectiva sinonímia e variantes linguísticas, correspondem a mais de 40 000 nomes registados.” Fonte: Wikipedia
Com estes projetos pretendemos contribuir para a preservação do património das castas do nosso país, bem como investigar a sua capacidade de adaptação no contexto das alterações climáticas.
Desenvolvemos o primeiro lagar moderno em 1998 – o que representou um avanço muito significativo na produção de vinhos do Porto de elevada qualidade. Equipam agora quatro das nossas adegas especializadas, produzindo excelentes vinhos do Porto através deste método clássico.
Temos três centros de visita premiados com guias altamente profissionais, qualificados e experientes: as Caves 1890 da Graham’s, o Cockburn’s Port Cellars (ambos em Vila Nova de Gaia, frente à cidade do Porto) e a Quinta do Bomfim, no Pinhão no Alto Douro. As caves da Graham’s são também a casa do Vinum, um restaurante que combina bom vinho com gastronomia portuguesa.
Somos proprietários e administramos três empresas de distribuição dedicadas à venda e comercialização de vinhos do Porto e de outros vinhos de qualidade de propriedade e produção familiar: a Portfolio em Portugal, a Fells no Reino Unido, e a Premium Port Wines nos EUA. Orgulhamo-nos em trabalhar com uma excelente rede de distribuidores que comercializa os nossos vinhos DOC Douro e Alentejo e vinhos do Porto em mais de 100 países em todo o mundo.(…)
Apoiamos financeiramente a Bagos d’Ouro, uma organização que ajuda crianças desfavorecidas no Douro. Todos os anos patrocinamos duas licenciaturas em viticultura e enologia a dois estudantes na UTAD (Vila Real), a universidade líder em Portugal neste ramo. Apoiamos há muitos anos o Centro de Recuperação de Animais Selvagens (CRAS) do Hospital Veterinário Universitário da UTAD em Vila Real. Muitas aves de rapina ali recuperadas são devolvidas à natureza nas nossas quintas.
Somos patrocinadores do Institute of Master of Wine e da Wine & Spirit Education Trust (WSET).” Fonte: sitehttps://pt.symington.com/our-story
A história dessa família e o compromisso com as pessoas, o meio ambiente e a região vinhateira do Douro devem ser contados e recontados ao longo dos anos, e serve de exemplo para quem vier a ocupar nas próximas gerações.
Os Symington, de ascendência escocesa, inglesa e portuguesa, são produtores de vinho do Porto no norte de Portugal desde 1882.
Outro ícone que se destaque além dos premiados vinhos do Porto que o grupo produz, o vinho tinto Chryseia também figura na lista dos mais emblemáticos de Portugal. Em especial: a safra histórica 2011.
“Chryseia é a nossa melhor expressão do terroir do vale do Douro. Criado com enorme cuidado e atenção ao detalhe na adega na Quinta de Roriz, o Chryseia representa o compromisso das duas famílias em produzir o vinho mais elegante a partir de duas uvas incontornáveis no Douro — a Touriga Nacional e a Touriga Franca” fonte: site Chryseia.

A quarta e quinta gerações da família Symington.
Passando por gerações e muito conhecimento advindo de casas tradicionais da França, essa união de famílias com o “terroir” único do Douro, traduz-se no que podemos literalmente chamar de colheita de bons frutos.
“A família Prats descende de uma linha de cinco gerações empreendedores franceses de vinho e, em tempos, proprietários do Château Margaux. Bruno Prats foi coproprietário, CEO e enólogo do Château Cos d’Estournel durante 30 anos. O seu filho Jean-Guillaume foi CEO da Cos d’Estournel durante 10 anos e do Château Lafite durante 5 anos. Hoje é responsável pelo Chateau Leoville Lascazes. O seu outro filho, Florent, depois de uma longa carreira na banca privada e de investimento, é agora responsável pelos negócios da família. Além da parceria Prats + Symington, os Prats detém participação na Klein Constantia, na África do Sul, e no Chateau d’Estoublon, na Provença. Eles são também fundadores da Viña Aquitania, no Chile.”

Bruno Prats com os seus dois filhos, Jean-Guillaume e Florent Prats
“Os Symingtons e os Prats iniciaram a sua amizade através da Primum Familiae Vini (PFV), uma associação de 12 das mais renomadas famílias produtoras de vinho do mundo, que promove as tradições e os valores das empresas familiares de vinho e garante que tais ideais prosperem para as gerações futuras.
Em 1998, as melhores uvas das melhores vinhas do Douro ainda eram predominantemente direcionadas para a produção de vinho do Porto, enquanto o vinho tranquilo era normalmente produzido com fruta de menor qualidade em adegas concebidas para a produção de vinho do Porto.
Na viragem do século, Rupert Symington, da quarta geração de produtores de vinho do Porto, e o célebre enólogo de Bordéus, Bruno Prats, criaram a joint venture Prats + Symington. Eles selecionaram alguns dos melhores blocos de vinhas dentre todas as propriedades da família Symington no Douro, e construíram uma adega dedicada a vinificar as uvas de acordo com os princípios da vinificação de Bordéus.”

Da esquerda para direita: Bruno Prats, Charles Symington (diretor de enologia) e Rupert Symington (CEO)
“Produzimos o nosso primeiro vinho na vindima de 2000, o qual batizamos com o nome Chryseia. Inspirado no rio Douro – ou “Rio d’Ouro” – Chryseia significa “dourado” em grego antigo.
Poderoso, mas elegante e equilibrado com profundidade e grande delicadeza, o Chryseia representou e foi reconhecido como um novo estilo de vinho tinto do Douro – simbolizando a união das tradições vinícolas portuguesas e bordalesas.
O Chryseia foi o primeiro vinho tranquilo português a figurar no Top 100 anual da revista Wine Spectator, e o Chryseia 2011 alcançou a terceira colocação desta lista – a melhor colocação de sempre de um vinho do Douro.
Em 2002, introduzimos o Post Scriptum como um vinho complementar ao Chryseia. É feito a partir de uma segunda seleção dos vinhos produzidos para o Chryseia e tem aparecido consistentemente entre os vinhos do Douro mais bem classificados.
Hoje, os vinhos Prats + Symington são produzidos numa das mais reconhecidas propriedades do Douro: a bela Quinta de Roriz, com 42 hectares, onde construímos uma adega de última geração especificamente para produzir o Chryseia. Esta propriedade é complementada pela Quinta da Perdiz, de 23 hectares, no vale vizinho do Rio Torto.
O Chryseia é considerado um dos vinhos tintos mais emblemáticos de Portugal e é exportado para mais de 60 países em todo o mundo.”
“Poderoso, mas elegante e equilibrado, com profundidade e grande delicadeza, o Chryseia representou um novo estilo de vinho tinto do Douro”
Charles Symington, diretor de produção na Symington Family Estates

Duas propriedades. Dois microclimas.

Quinta de Roriz
A Quinta de Roriz é uma das mais antigas e reputadas quintas do vale do Douro. É conhecida por engarrafar vinhos na propriedade desde o início do século XVIII. As nossas duas famílias adquiriram a propriedade em 2009 para que se tornasse a pedra angular do Chryseia.
Localizada na margem sul do rio Douro, a Quinta de Roriz forma um anfiteatro natural com uma orientação predominante a norte, proporcionando noites mais frescas na época de maturação. Esta orientação confere uma frescura aromática distinta no Chryseia.
O solo de xisto característico tem resíduos de ouro e estanho das antigas minas no topo da propriedade, o que contribui para a mineralidade dos vinhos.

A propriedade tem uma área total de 95,2 hectares – com 42,9 hectares de vinha.
A Touriga Nacional (17,8ha) e Touriga Franca (16ha) são as castas dominantes, com plantações menores de Tinta Barroca (5,5ha), Tinta Roriz (2,2ha) e 1,4ha de outras castas tradicionais no Douro (incluindo Sousão e Tinto Cão).
“Transformar esta magnífica quinta de vinho do Porto — a Quinta de Roriz — para a produção de vinho DOC Douro foi uma decisão corajosa e, juntamente com a Quinta da Perdiz, a qualidade dos nossos vinhos tem vindo a aumentar.”
Bruno Prats
Quinta da Perdiz

A propriedade tem uma área total de 27,2 hectares — com 23,3 hectares de vinha.
A Touriga Nacional (14,2ha) é a casta dominante, seguida pela Touriga Franca (4,5ha) e Tinta Roriz (1,3ha), além de 3,3ha de vinhas antigas com mistura de castas.
A Quinta da Perdiz situa-se num declive íngreme no vale do Rio Torto, que segue por noroeste até ao principal vale do Douro. O vale profundo retém mais calor, o que cria um microclima mais quente em torno das vinhas. Isso produz vinhos mais maduros, macios e aveludados, que complementam na perfeição os vinhos da Quinta de Roriz.
Viticultura Sustentável
Tanto a Quinta de Roriz como a Quinta da Perdiz são constituídas por vinhas em encostas íngremes, plantadas em terraços denominados patamares. Embora sejam difíceis de manter e caros de cultivar, esses patamares foram concebidos para promover um equilíbrio entre a retenção de água suficiente para as videiras e a possibilidade de o excesso de água escorrer sem danificar as vinhas com erosão e deslizamentos de terra. Os patamares têm uma ligeira inclinação em direção à encosta, para permitir que a água da chuva se infiltre no solo. Também são inclinados longitudinalmente para que a água possa escorrer das extremidades (em vez de escorrer sobre os taludes) e ser canalizada para valas de drenagem.
Há dois bardos de videiras por patamar e a maior parte do trabalho da vinha é feito à mão. Isso inclui a vindima, que dura cerca de três semanas a partir de meados de setembro. Com esse trabalho intensivo em mão-de-obra e alguns dos rendimentos mais baixos por hectare de qualquer área produtora de vinho, o Douro é provavelmente a região mais cara do mundo para se fazer vinho.

Enquanto o método tradicional no Douro era plantar uma mistura de castas num mesmo talhão, para mitigar os riscos decorrentes das doenças da vinha, as diferentes castas não amadurecem ao mesmo tempo, o que torna praticamente impossível vindimar cada uma no seu momento ideal de maturação. Como resultado, cultivamos nossas vinhas em blocos monovarietais, o que nos permite vindimar cada casta no seu ponto ideal de maturação.
No intuito de preservar a diversidade dentro das nossas vinhas, todas as novas plantações provêm de seleções massais, com as videiras enxertadas no local em porta-enxerto adaptado às condições quentes e secas.

Enquanto hoje a Touriga Nacional é a mais famosa casta no Douro e é conhecida por dar origem a vinhos de qualidade, não foi amplamente plantada até à segunda metade do século XX devido aos seus rendimentos muito baixos. No entanto, como casta de maturação precoce, que é resistente a altas temperaturas e condições secas, tem um desempenho excecionalmente bom no Douro – e com o impacto das mudanças climáticas sentido noutras regiões vinícolas, a Touriga Nacional é agora uma casta registada em Bordéus. Os seus aromas são muito florais e intensos, e a sua estrutura é rica e aveludada com uma textura muito suave. É um componente essencial do Chryseia.
A Touriga Franca é o segundo elemento-chave que compõe o Chryseia. É uma casta de maturação tardia que produz vinhos com aromas frutados e balsâmicos, uma estrutura rica e muito bom potencial de envelhecimento. Produz menos álcool do que a Touriga Nacional e a junção das duas cria uma harmonia maravilhosa que temos trabalhado arduamente para aperfeiçoar nas últimas duas décadas.
As duas propriedades são cultivadas sob o regime de Modo de Produção Integrado. Este método de gestão da vinha assegura uma abordagem rigorosa de intervenção mínima e tratamentos limitados na vinha. A nossa utilização de ferramentas de gestão de viticultura de precisão significa que doenças da videira podem muitas vezes ser previstas e combatidas com ação preventiva, exigindo menos intervenção na vinha e um ecossistema mais equilibrado. Esta abordagem levou a um aumento visível da diversidade da flora e fauna nas nossas vinhas.” Fonte: site Chryseia
Quando falamos da região do Douro, além da influência inglesa, também não podemos deixar de lado a importância da Cidade de Vila Nova de Gaia, embora já na foz do Rio Douro.
Em Gaia ficam os principais armazéns das Quintas do Douro, que destinam esses armazéns para guarda e posterior exportação. Os antigos -e atuais- barcos rabelos transportavam os vinhos do Porto pelo Rio Douro até os Armazéns de Gaia.

Em se tratando dos Symington, não é diferente. É em Gaia que está situado um complexo de armazéns remodelados de mais alto prestígio.
No complexo, também está a Caves Graham´s.
A fundação da Graham’s 1820
Originalmente no negócio dos têxteis, William e John Graham aceitaram 27 pipas de Vinho do Porto como pagamento de uma dívida pendente em 1820. Inspirados por este vinho, decidiram dedicar a sua energia à produção dos melhores vinhos do Porto no vale do Douro. Foi assim que nasceu o Porto Graham’s.
E nesse contexto, como editor desta Coluna, tive a oportunidade de conviver com pessoas maravilhosas que integram a “equipa” de profissionais desta Casa, em especial, o diretor Comercial Pedro Ferreira Leite, que nos permitiu escrever uma linha da história dos Symington, ao realizar um almoço para toda a diretoria, onde a Chef Elô Ramos levou seus encantadores sabores do Gnocchi do Farinatta para fazer caminho de volta à Portugal e harmonizar com o mítico Chryseia, dentre outros. Nosso especial obrigado!
Em Gaia é possível fazer visitação guiada, provar diferentes safras de vinhos do Porto, conhecer a fábrica de tonéis de carvalho que é mantida até hoje.
Com vista estupendas da Cidade do Porto e do Rio Douro, a gastronomia do Restaurante Vinum, reúne paladares e experiências.
O local ainda dispõe de loja para comprar vinhos, queijos, azeites e outros itens.

Restaurante Vinum

Cozinha
Os melhores pratos de Portugal e da região basca
Com raízes nas cozinhas portuguesa e basca, o Vinum proporciona interpretações modernas de pratos tradicionais – uma experiência gastronómica incomparável.

A Região do Douro é muito rica.
Sua riqueza transcende à geografia, na medida em que mantemos vivos em nossas memórias todos os atributos.
É história Douro rio abaixo, é sentimento impregnado, é sabor, é paixão, é calor humano, é Douro.
Douro só faz sentido, quando sentimos o Douro. É preciso vivenciar e tirar a própria conclusão.
Viva. Até a próxima semana!
Alexandre Ferreira
Editor da Coluna de vinhos e gastronomia “Borbulhas Quentes & Frescas” do portal Economia & Negócios; Founder na Farinatta Bistrô e Farinatta Wine Store; curador de vinhos.
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| Para Jantares no Farinatta: reservas@farinatta.com.br redes sociais: instagram: @farinattabistroearte YouTube: Farinatta loja de vinhos: Instagram: @farinattagrapeswinestore |
“Aprecie com moderação.”
“Proibida venda e consumo a menores de 18 anos.”
“Não dirija se beber.”



